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As 5 Estratégias mais Audaciosas dos Aristocratas no Tráfico de Magnatas do Crime.

A Fusão de Aristocracia e Tráfico na Série “Magnatas do Crime”

Quem diria que a nobreza inglesa e o submundo do tráfico poderiam dançar a mesma valsa? Pois é, a série “Magnatas do Crime” da Netflix me pegou de jeito, com essa mistura inusitada que, confesso, me deixou grudado na tela. Vamos mergulhar juntos nesse enredo que é um verdadeiro banquete para os olhos e para a mente?

  • A série é uma expansão do universo do filme de Guy Ritchie, misturando aristocracia e tráfico de drogas.
  • Os personagens principais são um herdeiro falido e uma traficante com ares de CEO, quebrando estereótipos.
  • “Magnatas do Crime” reflete sobre o outro lado do luxo, similar a outras produções como “The White Lotus” e “Parasita”.

Os Personagens Principais: CEOs do Submundo

Imagine só, eu, um aficionado por histórias onde os mocinhos e bandidos não são tão óbvios, me deparo com “Magnatas do Crime”. A série me apresenta Stanley Johnston, interpretado pelo magnífico Giancarlo Esposito, um empresário que tem mais dinheiro do que sabe contar. E do outro lado do ringue, temos o herdeiro Eddie, vivido por Theo James, que está vendo seu mundo de privilégios desmoronar como um castelo de cartas.

As 5 Estratégias mais Audaciosas dos Aristocratas no Tráfico de Magnatas do Crime.
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Agora, segura essa: a nobreza tá alugando as terras para os traficantes plantarem maconha! É aí que entra a Susie, interpretada pela Kaya Scodelario, que não é a típica vilã de novela. Ela é uma executiva do crime, com um olhar clínico sobre lucros e investimentos. E o Eddie? Bom, ele descobre que o verdadeiro poder pode estar nas sombras, e parece que ele acha isso um barato.

Impacto Cultural e Social da Representação de Aristocratas como Traficantes

Essa série é um prato cheio para quem gosta de uma boa reflexão. Ela me faz pensar: o que acontece quando a aristocracia e o tráfico se encontram? “Magnatas do Crime” mostra que, às vezes, a diferença entre um CEO e um traficante pode ser só a mercadoria que eles estão vendendo. E isso é um tapão na cara da sociedade, que adora colocar as pessoas em caixinhas.

As 5 Estratégias mais Audaciosas dos Aristocratas no Tráfico de Magnatas do Crime.
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A série brinca com essa ideia de que o luxo pode ter um lado sombrio, e que talvez os superricos não sejam tão diferentes dos criminosos que a gente vê nos noticiários. É uma provocação e tanto, e eu tô aqui pra ver onde isso vai dar.

Conclusão

Depois de devorar “Magnatas do Crime”, eu fiquei com aquela sensação de que vi algo grande, algo que vai dar o que falar. A série não só entretém, mas também faz a gente questionar as estruturas de poder e como elas podem ser mais frágeis do que parecem. E se você, assim como eu, adora um bom drama com uma pitada de ação e suspense, não pode perder essa série.

As 5 Estratégias mais Audaciosas dos Aristocratas no Tráfico de Magnatas do Crime.
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E aí, ficou curioso? Dá uma olhada no trailer que tá disponível no final do artigo e tire suas próprias conclusões. Afinal, quem não gosta de uma história que mexe com a nossa cabeça e ainda por cima é cheia de reviravoltas?

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Fonte: Metrópoles

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