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Descubra os Segredos Ocultos do Controle Financeiro Global que Deixam o Google Intrigado.

Você já ouviu falar sobre o controle financeiro global e como ele pode afetar nossas vidas? Pois é, essa é uma questão que vem intrigando até mesmo gigantes da tecnologia como o Google. Neste artigo, vamos mergulhar nesse fascinante universo e descobrir os segredos ocultos que se escondem por trás dessa teia financeira.

Contexto: Entendendo o Poder da BlackRock

Principais Insights:

A BlackRock é a maior gestora de ativos do mundo, com cerca de 10 trilhões de dólares sob sua administração. Essa posição de destaque lhe confere um poder de influência impressionante no mercado financeiro global.

A entrada da BlackRock no mercado de tokenização de ativos financeiros é um movimento estratégico que pode mudar drasticamente a forma como lidamos com o dinheiro no futuro. A criação de um fundo de ativos tokenizados pela empresa é um sinal claro desse interesse.

O sucesso dos ETFs de Bitcoin e Ether da BlackRock demonstra seu envolvimento cada vez maior no universo das criptomoedas. Esses fundos são vistos como trampolins para a tokenização, que a gestora acredita ser o futuro dos sistemas econômicos globais.

Da Queda ao Ápice: A Ascensão Meteórica da BlackRock

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Vamos voltar no tempo e entender como a BlackRock se tornou essa verdadeira potência do mercado financeiro. Tudo começou em 1988, quando Larry Fink, então com 35 anos, precisou recomeçar sua carreira após enfrentar sérios problemas. Ele ganhou reconhecimento no setor por suas operações com lastro em hipotecas e, em pouco tempo, assumiu cargos de liderança em importantes instituições.

Porém, um erro na avaliação de risco lhe custou caro, e Fink decidiu partir e fundar sua própria empresa, a BlackStone Financial Management. O sucesso dessa empreitada foi praticamente instantâneo, e logo a empresa alcançou 20 bilhões de dólares em recursos administrados.

Nem tudo foi um mar de rosas, no entanto. Desentendimentos com seu sócio levaram Fink a se afastar da BlackStone e, em 1994, fundar a BlackRock. Dessa vez, a empresa despontou com a mesma rapidez, e em pouco tempo já era uma das maiores de Wall Street.

Crise de 2008: O Momento de Glória da BlackRock

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O episódio que realmente consagrou a dominância da BlackRock no mercado financeiro foi a crise de 2008, a mais severa desde a Grande Depressão. Graças à boa relação de Fink com o governo americano, a gestora foi chamada a atuar de forma decisiva durante a turbulência, auxiliando as autoridades monetárias em diversas decisões.

Essa proximidade com o poder público, aliada à aquisição da BGI (Barclays Global Investors) em 2009, fez com que a BlackRock assumisse a liderança no ranking das maiores gestoras de ativos do mundo. Sua influência se consolidou nesse período, tornando-a uma figura-chave nos bastidores do sistema financeiro global.

Diversificando o Portfólio: A BlackRock na América Latina

A atuação da BlackRock não se limita apenas aos Estados Unidos. No portfólio de investimentos na América Latina, a gestora se faz presente em diversos setores, como alimentação, commodities, energia, telecomunicações e até no agronegócio.

Empresas gigantes, como Ambev, Marfrig, Walmart, Vale do Rio Doce e Suzano Papel e Celulose, fazem parte desse vasto ecossistema de investimentos da BlackRock. Essa diversificação é estratégica, pois permite que a gestora mantenha uma sólida margem de lucro, mesmo em cenários econômicos adversos.

O Poder Oculto da BlackRock

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Apesar de sua proeminência no mercado financeiro, a BlackRock nem sempre é vista com bons olhos. Suas atividades e investimentos, especialmente no setor do agronegócio, têm sido alvo de críticas por seus impactos negativos no meio ambiente e nos povos tradicionais, como os indígenas da Amazônia.

Um estudo realizado pela ONG Amazon Watch revelou que a BlackRock está entre as 10 maiores acionistas das 50 empresas que mais causam desmatamento no mundo. Esse tipo de investimento está intimamente ligado à expansão de monoculturas e à degradação dos ecossistemas.

A Questão do ESG: Entre o Discurso e a Prática

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Outro ponto controverso é a relação da BlackRock com as práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança). Apesar de ter sido um dos principais defensores desses padrões, Larry Fink, CEO da empresa, eliminou as referências ao termo de seu vocabulário, alegando que se tornou muito politizado.

No entanto, a gestora afirma que sua postura em relação às questões ambientais, sociais e de governança corporativa não mudou. Inclusive, a BlackRock informou que perdeu cerca de 4 bilhões de dólares em ativos administrados devido à reação contra o ESG, o que demonstra a importância desses temas para a empresa.

Infraestruturas e Água: Novos Interesses da BlackRock

Pare de esperar e mergulhe de cabeça! Assista ao vídeo abaixo agora para ver como tudo isso ganha vida!


Além de sua proeminência no mercado financeiro tradicional, a BlackRock também se destacou no setor de infraestruturas. Atualmente, a gestora é a maior administradora independente de infraestruturas do mundo, com um patrimônio de mais de 100 bilhões de dólares em setores como energia, infraestruturas digitais, água e resíduos.

Em janeiro de 2023, a BlackRock anunciou a aquisição de um gigante das infraestruturas, a GP, obtendo o direito de negociar a água como commodity na Bolsa de Chicago. Essa movimentação reforça o interesse da empresa em atuar diretamente no mercado da água, um recurso cada vez mais escasso e vital para a humanidade.

Reflexões sobre a Concentração de Poder

Com tanto poder concentrado em uma única empresa, surgem questões sobre transparência, responsabilidade e até mesmo sobre o conceito de democracia econômica. Seria possível que a BlackRock fosse comparada às grandes potências mundiais? Essa é uma reflexão importante que devemos ter em mente.

O fato é que a BlackRock se tornou uma figura influente e incontornável nos bastidores do mundo financeiro. Entender seu papel, suas estratégias e seus impactos é crucial para todos nós, cidadãos comuns, que sofremos as consequências das decisões tomadas por esse gigante do mercado.

Conclusão: Uma Teia Financeira a ser Desvendada

Chegamos ao final desta jornada pelos meandros do controle financeiro global, e uma coisa é certa: o poder da BlackRock é algo a ser observado de perto e com muita atenção. Suas ações e investimentos têm o potencial de afetar profundamente nossas vidas, seja no campo econômico, ambiental ou social.

À medida que a empresa avança em direção à tokenização de ativos e à negociação de recursos essenciais como a água, fica claro que entender esse complexo sistema financeiro é fundamental para que possamos garantir um futuro mais justo e sustentável para todos. Afinal, o dinheiro é o sangue que circula pela economia global, e quem o controla, detém um poder inestimável.

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=ntAE1cupLIo

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